|
Os pré-candidatos ao Governo do Estado Geddel Vieira Lima (PMDB) e Paulo Souto (DEM) não demoraram para criticar a politica de segurança pública logo após a morte do delegado Cleyton Leão, de Camaçari, na manhã desta quarta-feira (26). Ambos acusam a gestão Wagner de permitir que a violência crescesse na Bahia a ponto de nem mesmo um delegado de polícia ser poupado, fato que cai como uma luva em época de acirrada campanha para a sucessão estadual. O democrata afirma que “é preciso priorizar a questão e o governador precisa tomar para si a responsabilidade de buscar soluções para acabar com essa tragédia diária que sofre atualmente o povo baiano”, ao passo em que também contabiliza mais de 14 mil assassinatos em três anos e meio de governo. Já Geddel atesta que a insegurança na Bahia está descontrolada e que o estado está completamente desprotegido. O peemedebista disse ainda que não acredita que a culpa de toda essa violência seja do crack, como a campanha publicitária institucional “quer que a população acredite”.
O governador Jaques Wagner, por meio da sua assessoria de imprensa, repudiou as declarações do presidente estadual do DEM, Paulo Souto, e do deputado federal Geddel Vieira Lima (PMDB), sobre a morte do delegado Cleyton Leão Chaves. Para o chefe do Executivo baiano, os discursos do seus concorrentes são inoportunos, pois aproveitam a tragédia para favorecimento político. “Não reconheço autoridade em nenhum dos dois para falar sobre a segurança pública. Um ficou 16 anos no poder, como governador, vice e senador e não parece que tenha deixado uma boa polícia. O outro é um franco atirador que vai vender todas as ilusões do mundo para tentar se qualificar”, disparou. Em entrevista ao programa Que Venha o Povo, da TV Aratu, Wagner se solidarizou com a família do delegado e assegurou que intensificará as ações de combate à violência, porém não prometeu soluções mágicas. Para ele, se houvesse a fórmula para eliminar o crime “estaria milionário”.
Umbuzada.com – Informação em 1º lugar!
Fonte:Bahia Notícias
|