Na matriz dos ritmos nordestinos está a sanfona de oito baixos. Foi com ela que tudo começou. Os ritmos apressados, que embalam uma gente festeira por natureza surgiram nesta pequena caixa de fazer música.
Mas não se engane: a pequenininha é muito mais difícil de tocar e, por isso, poucos sanfoneiros se atrevem a manter o legado dos grandes mestres.
À primeira vista, o que chama a atenção na caixa de madeira, fole e botões é a ausência do teclado. São os botões que funcionam como teclas. E outra curiosidade é que, no Nordeste, a sanfona de oito baixos ganhou uma afinação única no mundo, um sotaque nordestino.
“É um instrumento, sem dúvida nenhuma, muito difícil de se aprender a tocar. Abrindo é um tom, fechando é outro. É um instrumento que não obedece escala musical”, explica o sanfoneiro Luizinho Calixto.
Com a sanfona no peito, Luiz Gonzaga traduziu a alma nordestina. O artista que se tornaria o “Rei do Baião” fez história na música brasileira. Há 60 anos, ele gravou o Forró de Mane Zito, a primeira música a ser batizada de forró.
Foi a partir deste disco, de 1950, que começou a popularização do forró. Naquela época, forró era sinônimo de “baile popular”, o chamado “forró bodó”.
“Hoje em dia, você pode chamar de forró uma festa ou o ritmo forró. Porque a partir de Luiz Gonzaga foi criado um ritmo forró”, diz o pesquisador Paulo Wanderley.
Luiz Gonzaga compôs cerca de 700 músicas e fez questão de escolher o herdeiro que levaria adiante o gênero onde cabem todos os ritmos nordestinos. Dominguinhos não esquece o dia em que recebeu o reconhecimento: “Eu estava gravando forró no estúdio com ele e ele me apresentou, nesse dia, à imprensa, como o herdeiro artístico dele. Eu tinha 16 anos”, lembra.
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Jornal da Globo
A Literatura de Cordel foi a homenageada na edição da Feira de Livros Vão das Letras. O evento aconteceu neste domingo, 18 de julho, durante todo o dia, no vão livre do Teatro Castro Alves. O petrolinense Maviael Melo, atualmente radicado em Salvador, participou desse encontro da literatura, fazendo a abertura com uma grande cantoria pela manhã.
O Vão das Letras é uma parceria do Núcleo do Livro, Leitura e Literatura da Fundação Pedro Calmon/Secult com a Câmara Baiana do Livro e o Teatro Castro Alves. Durante todo o dia, livros de diferentes editoras foram comercializados a preços reduzidos. O Vão das Letras integra a programação do “Domingo no TCA”, projeto que apresenta espetáculos ao preço popular de R$ 1,00.
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Blog do Geraldo José
Nesta quarta e quinta-feira (30/06 e 1°/07), às 19h, o Centro de Cultura João Gilberto, em Juazeiro, sediará o espetáculo Nu de Mim Mesmo, da Cia. Teatro Autônomo, do Rio Janeiro.
O espetáculo vai buscar no espectador histórias reais para serem “fabuladas” em cena. O público, que é limitado a 40 espectadores, é convidado a participar de uma reflexão sobre a necessidade que o homem tem de recuperar o afeto perdido na sua busca desenfreada em ser herói. O diretor e roteirista, Jefferson Miranda, deixa claro que não é improviso, mas apropriação criativa do real.
Nu de Mim Mesmo é encenado pelos atores Adriano Garib, Emanuel Aragão, Júlia Lund, Miwa Yanagizawa e Rossini Viana Júnior.
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Por:Enfoque Comunicação
A Univasf vai realizar de 07 a 11 de junho, com programações nos Campus de Juazeiro e no Centro de Cultura João Gilberto, Semana Universitária de Artes "Sua Univasf" com oficinas de artes, mesa redonda para discussões de Arte/educação e produções artísticas, palestras e apresentações de teatro, dança, exibição de vídeos e mostra do resultado das oficinas.
INSCRIÇÕES DAS OFICINAS
Colegiado de Artes Visuais na UNIVASF de Juazeiro
Das 15 às 21h (1Kg de alimento não perecível.
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Por: Geraldo José
Essa Cobertura: tem o Apoio de Lojão Avenida, Posto Senhor do Bonfim,Adson Batista,Araújo Confecções, João Alves, Comercial Lobo e Macedo, Armazem Nossa Senhora Aparecida, Comercial Asa Branca & AUSP.